Quando uma molécula promissora é descoberta, pesquisadores podem ter que criar centenas ou até milhares de versões dela, em alguns casos, para aprimorá-la. Esse tipo de trabalho é repassado pelas farmacêuticas às empresas chinesas, devido ao baixo custo e rapidez na entrega.
“Precisamos repatriar capacidades científicas críticas da China, para que não percamos nossa indústria farmacêutica da mesma forma que perdemos a solar, drones e manufatura”, disse Weil, no X. Para tanto, a startup terá um laboratório totalmente automatizado.
Braços robóticos e chips de IA já foram adquiridos, segundo o cofundador. Usando câmeras e luvas equipadas com sensores de pressão durante os experimentos, os químicos querem gerar dados para treinar os próprios modelos da empresa, tornando o sistema ainda mais rápido e eficaz.
Para iniciar a jornada de descoberta de novos medicamentos, a Warp Sciences levantou financiamento de US$ 215 milhões, o equivalente a R$ 1,08 bilhão pela cotação do dia. A rodada de investimento foi liderada pela Lightspeed, com a participação de Lux Capital, IVP e Menlo Ventures, entre outras empresas.
O aporte avaliou a startup em US$ 865 milhões (R$ 4,3 bilhões), conforme Weil. Além dele, a companhia foi cofundada por Manohar Paluri (ex-Meta), DJ Patil (primeiro cientista-chefe de dados da Casa Branca) e Solomon Reisberg (ex-Terremoto Biosciences).
A Anthropic também possui uma iniciativa que objetiva usar IA no desenvolvimento de remédios. Saiba mais detalhes nesta matéria.
Com informações de TechCrunch e The Next Web.
Fonte: TecMundo