O esporte eletrônico depende de equipamento, conexão e orientação. Quem não tem nenhum dos três fica de fora, e não por falta de talento. A CBDEL leva o acesso até onde ele não chega.
O talento está em toda parte. O acesso, não. Os Centros de Treino e Inclusão, parte do programa internacional Mudando Pessoas, Mudando o Mundo, da WESCO, coordenado no Brasil pela CBDEL, existem para fechar essa distância.
2frentes do programa: dentro da escola e aberta à comunidade
3setores que mantêm um CTI: poder público, iniciativa privada e terceiro setor
1padrão de equipamentos e softwares, homologado pela CBDEL e pela WESCO
0distinção para entrar: a frente Família e Inclusão é aberta a todos
A tese
Acesso antes de talento
No esporte eletrônico, a primeira seleção não acontece na partida. Acontece antes dela.
Para jogar futebol basta uma bola. Para praticar Esports em condição de competir, é preciso máquina adequada, conexão estável, ambiente para treinar e alguém que oriente. Cada um desses itens é uma barreira, e somadas elas decidem quem chega ao esporte antes mesmo de qualquer avaliação de mérito.
A inclusão social, para a CBDEL, começa por remover essas barreiras. Não se trata de oferecer entretenimento, mas de garantir que a porta de entrada do esporte eletrônico seja a mesma para quem tem e para quem não tem.
Por isso o mesmo Centro de Treino e Inclusão que recebe atletas federados abre as portas à comunidade: quem entra pela iniciação treina no mesmo padrão de quem compete.
Incluir é igualar a condição, não baixar a réguaO CTI não é uma versão reduzida do esporte para quem tem menos. É o mesmo equipamento, o mesmo software e o mesmo padrão de treino, colocados ao alcance de quem antes não chegava até eles.
As barreiras
O que fica entre a pessoa e o esporte
Quatro obstáculos concretos, e a resposta de cada CTI a cada um deles.
Barreira 1
EquipamentoUm computador ou console capaz de rodar as franquias competitivas está fora do alcance de grande parte das famílias.Estações homologadas, de uso coletivo
Barreira 2
ConexãoSem rede estável não há treino sério nem competição online em igualdade de condições.Rede cabeada e wi-fi gerenciados
Barreira 3
OrientaçãoJogar sozinho não forma atleta. Faltam método, ética, cuidado com a saúde e alguém que conheça o caminho.Aulas de educação e ética nos Esports
Barreira 4
CaminhoMesmo quem joga bem raramente sabe como chegar a uma federação, a um time ou a uma competição reconhecida.Ponte para times, atletas e competições chanceladas
O caminho
Da primeira visita à competição chancelada
O CTI visto pelo lado de quem chega: um percurso aberto, que cada pessoa segue até onde quiser ir.
EntrarA porta abertaVisitação, demonstrações e iniciação abertas à comunidade, para quem nunca teve contato com o esporte eletrônico.
Iniciação do público em geral
Visitas e demonstrações abertas
AprenderA formaçãoOrientação, ética e capacitação, para que o interesse pelo jogo se converta em conhecimento e em perspectiva de trabalho.
Aulas de educação e ética nos Esports
Capacitação profissional no esporte eletrônico
AvançarO esporte de verdadePara quem decide competir, o CTI é também centro de treino e palco de eventos dentro do sistema federado.
Treino de atletas e times federados
Eventos e competições chanceladas
O que a pessoa leva, compita ou não
Acesso à tecnologiaConvivênciaPertencimentoTrabalho em equipeDisciplinaÉtica esportivaCompetências digitaisPerspectiva de carreira
No território
Um CTI é uma parceria, não um prédio
Cada centro é criado e mantido por quem tem compromisso com aquela comunidade.
Os CTIs são criados e mantidos em parceria com agências governamentais, empresas privadas e entidades do terceiro setor. A CBDEL e a WESCO entram com a metodologia, a homologação e a padronização; os parceiros entram com o espaço, a manutenção e o vínculo com o território.
Esse desenho permite que o centro se instale onde a necessidade é maior, e não apenas onde o mercado já chegou.
O mesmo padrão em qualquer lugarComo equipamentos e softwares são homologados pela CBDEL e pela WESCO, o atleta que começou num CTI da periferia treina, aprende e compete nas mesmas condições de qualquer outro centro.
Quem faz um CTI acontecer
CBDEL e WESCOMetodologia, homologação e padronização
Poder públicoEspaço, política pública e continuidade
Iniciativa privadaInvestimento, patrocínio e equipamentos
Terceiro setorPresença na comunidade e mobilização local
Escola e comunidade
Um programa, duas portas
A inclusão começa na escola e continua fora dela.
Dentro da escola
Centro de Educação, Inovação e Inclusão Social
A sala integrada à grade da rede de ensino, em que os jogos eletrônicos servem de ferramenta pedagógica complementar. A proposta completa está na página Educando Através do Esports.
Na comunidade
Centros de Treino e Inclusão
O espaço aberto a quem está fora da escola, ou depois dela: jovens, famílias e o público em geral, com o mesmo padrão de equipamentos e orientação.
O que as duas frentes buscam juntas
Democratizar o acesso à formação esportiva nas modalidades dos Esports e à inovação tecnológica
Aproximar a escola da comunidade em que está inserida
Contribuir para a redução da evasão escolar
Disseminar a prática dos Esports como ferramenta de desenvolvimento, inclusão, carreira e lazer
Incluir a todos, sem distinção, através do ecossistema dos Esports
Valorizar a pessoa, do estudante ao atleta, em todo o seu ciclo
A Inclusão Social é uma das frentes do programa Mudando Pessoas, Mudando o Mundo, da WESCO, coordenado no Brasil pela CBDEL sob a chancela da PAMESCO. Prefeituras, empresas, associações e institutos interessados em instalar um Centro de Treino e Inclusão podem escrever para contato@cbdelesports.com.br.