
a. A CBDEL – Confederação Brasileira de Desportos Eletrônicos é a entidade nacional de administração do esporte eletrônico do seu sistema confederativo, formado pelas federações estaduais filiadas, pelos times e pelos atletas registrados.
b. Fundada em 2016, ano em que realizou a primeira edição do Campeonato Brasileiro de Esports.
a. A CBDEL administra o sistema em nível nacional: regras gerais, calendário, ranqueamento nacional, Seleção Brasileira e justiça desportiva. A federação estadual administra o esporte eletrônico no seu estado, com jurisdição sobre todo o território estadual, e é a porta de entrada de times e atletas.
b. A organizadora ou produtora é a empresa que opera eventos. No modelo da CBDEL, a entidade desportiva realiza a competição e pode terceirizar a operação a empresas.
a. Não, e não pretende ser. A CBDEL defende um sistema aberto por modalidade, sem entidade carimbada por nome em lei, e por isso se posicionou contra projetos de lei que a incluíam nominalmente no sistema esportivo ou em recursos públicos.
b. A legitimidade de uma entidade nacional se demonstra com fatos verificáveis: estatuto, base federada, calendário contínuo, justiça desportiva própria e histórico.
a. São 21 federações estaduais, 512 times e 4.823 atletas, conforme o Termo de Legitimidade da CBDEL, data-base 03/09/2026.
b. O Campeonato Brasileiro de Esports conta edições desde 2015. A CBDEL participa do BRICS Esports desde 2023 e, nos Jogos Rio 2016, realizou seu Campeonato Brasileiro como demonstração, a convite do Ministério do Esporte, na Casa Brasil.
a. Pela federação estadual filiada à CBDEL no seu estado. A federação analisa documentos e critérios, faz o registro estadual e envia os dados à CBDEL, que homologa o time ou o atleta solo, registra no sistema nacional ZEUS 3.0 e libera a participação em competições oficiais.
b. Se o seu estado ainda não tem federação filiada, escreva para contato@cbdelesports.com.br para orientação.
a. Porque é o registro federativo que dá validade ao vínculo esportivo e à pontuação no ranqueamento. As competições de fomento ao ranqueamento são abertas apenas a atletas e times federados.
b. Torneio aberto termina quando acaba. O resultado no sistema federativo acompanha o atleta na temporada seguinte e na carreira, e é dele que parte a convocação para a Seleção Brasileira.
a. No estadual, Copa Estadual obrigatória em cada estado e ranking estadual anual. No regional, Campeonato Regional nas cinco regiões, a partir de 2027. No nacional, Campeonato Brasileiro (Séries A, B e C), Copa do Brasil e Taça Brasil. No internacional, competições continentais e mundiais com a Seleção.
b. Todos os resultados oficiais alimentam o ranqueamento nacional, por franquia e por modo, e as penalidades da justiça desportiva também refletem nele. Não há atalho por convite, seguidores ou contrato.
a. A Coordenação da Seleção Brasileira da CBDEL convoca a partir do mérito esportivo registrado no ranqueamento nacional. O sistema de vagas define qual competição nacional dá acesso a cada torneio internacional, para que o atleta saiba, desde a Série C, o que precisa conquistar.
a. As regras da competição são da entidade desportiva: a Lei Geral do Esporte (Lei 14.597/2023, art. 27, I) assegura autonomia para estabelecer, emendar e interpretar as regras do seu esporte, e os circuitos das desenvolvedoras servem de referência técnica.
b. O jogo, porém, é propriedade intelectual da desenvolvedora, e seu uso em competição observa os termos de cada uma. Para essa relação, a CBDEL mantém uma Comissão de Desenvolvedoras.
a. São os órgãos autônomos de justiça desportiva do esporte eletrônico, criados em 2017. O STJDEE – Superior Tribunal de Justiça Desportiva do Esporte Eletrônico julga infrações disciplinares e questões de competição, com garantia de defesa e possibilidade de recurso.
b. A CARLEE é o órgão de resolução alternativa de conflitos entre atletas, times, organizadores e entidades.
a. Sim, com observância do ECA, da classificação indicativa de cada jogo e autorização dos responsáveis.
b. Os dados pessoais seguem a LGPD, com coleta mínima e finalidade definida.
a. Sim. A Comissão de Atletas tem direito a voto nas Assembleias Gerais, ordinárias e extraordinárias, como exige a Lei Geral do Esporte.
a. O primeiro passo são os Summits de Esports: Fórum com autoridades, educação, mercado e sociedade, mais um Showmatch de vitrine com os atletas da região, sem ranqueamento. É um modelo-padrão para municípios e estados, com custos adaptáveis a cada edição.
b. A política completa é o Plano de Políticas Públicas de Esports, com diagnóstico, metas, base normativa, orçamento e avaliação, elaborado pela CBDEL e adotado pelo ente por ato próprio.
a. Essa decisão é do órgão contratante, com base na Lei 14.133/2021 e na análise da sua assessoria jurídica.
b. A CBDEL fornece a documentação institucional: o Termo de Legitimidade e as cartas às federações filiadas, que atestam a condição de entidade de administração do esporte eletrônico no estado. Pelo princípio da territorialidade, cada federação estadual responde pelo seu estado.
a. Sim. O Educando Através do Esports atende as redes pública e privada e usa o Esports como ferramenta de educação. Os Centros de Treino e Inclusão levam estrutura permanente às comunidades.
a. Não. É um programa de formação executiva internacional, online, desenvolvido pela WESCO com a Euncet Business School, de Barcelona, com certificado por módulo e de conclusão.
b. O acesso é por matrícula direta ou por licenciamento para instituições de ensino superior, com conteúdo adaptado ao Brasil pela CBDEL.
a. A CBDEL forma árbitros, técnicos, narradores e comentaristas, e capacita para produção, transmissão e gestão de eventos. A Lei Geral do Esporte reconhece e regula as profissões de atleta, treinador e árbitro esportivo.
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